Neste disco, está incluso algumas destas apresentações, em gravações ao vivo, pena que com uma sonoridade bastante precária, com seu estilo "dixieland" que era o ritmo mais popular da época, fica longe de ser um dos melhores, principalmente se comparado a Tommy Dorsey e Duke Ellington, algumas músicas se destacam pela intervenção sempre primorosa do clarinetista Pee Wee Russell, tais como "D. A. Blues" e "Pee Wee Blues" de sua autoria. Sempre com um estilo dançante que lembra uma nostalgia de filme de época, o disco é um exemplo do mais puro jazz, outro músico de renome que atuava na orquestra era o baterista Gene Krupa, cujo ritmo pode-se ouvir bem em "Memphis Blues".
Ano de lançamento: 1974
Nota: Já curioso e em busca de novos ritmos, tinha ouvido falar muito bem de um estilo de música chamado Jazz, o que aguçou minha vontade de conhecê-lo e o que me fez adquirir este disco. Não faço a menor ideia e nem tenho a menor lembrança por ter optado por Eddie Condon, deve ter sido indicação do vendedor (o disco devia estar encalhado), confesso que desde que comprei este disco e até hoje, nunca mais ouvi falar de Eddie Condon. Ele não deve ter tido muita relevância no exigente cenário jazzístico, fora este LP nunca vi nenhum outro disco dele, se para o meio jazístico ele não teve muita importância, para mim, Eddie Condon foi da maior relevância, pois a semente plantada por este disco é que me fez no futuro descobrir os grandes mestres do Jazz, estes sim geniais, Miles Davis, Duke Ellington, Thelonious Monk, Oscar Peterson, Keith Jarret, Egberto Gismonti, etc... que me fizeram perceber a magnitude e amplidão que a música pode ter. Guardo este disco com muito carinho porque para mim Eddie foi o máximo, valeu.